quinta-feira, 19 de abril de 2007

( K ^ ¬K )

eu nao me acustumo. e meu dever necessita esta conquista? ser o que sou sem saber que o sou. mas ha problemas alem da atmosfera inerte do meu ser. ha o fluxo la fora. agora deixe-me sair, eu mesma, deixe-me. nao quero me perguntar o porquê de nada que ha aqui dentro. isso nao muda. nunca mudou. nao mudará. penso se, devo ser feliz em relaçao a alguem (por exemplo, ser feliz porque tenho comida e casa enquanto outras milhares de pessoas nao tem) ou em relaçao a mim mesmo (por exemplo, ser feliz porque me senti bem comigo e consigo conviver sendo o que sou, em contraposiçao, sera necessario que eu sabia o que sou)

fora desta mistica de internalizaçoes

admiro muito as pessoas que acreditam e sentem mais do que tudo sua crença

admiro quem me perdoou


de uma contradição tudo se segue

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