terça-feira, 19 de junho de 2007

shhh...

eles estão me testando!

domingo, 17 de junho de 2007

ruínas IV

que raiva. é muito difícil conviver com alguém que nao escuta nada que os outros dizem. por mais que seja pelo bem dela, ela sempre ignora, pensa que é superior por um algum motivo idiota e se fecha, vai para o lado que quiser e nao liga se vai fazer mal para quem quer que seja. sinceramente eu prefiro que voce feche sua porta e nao me olhe mais. mas por favor tranque a porta. cubra suas janelas com todos os panos que puder e fique ai, olhe-se mais no espelho. agora, eu nao ligo mais. eu quero mesmo que voce fique ai. eu sei que aqui fora esta frio mas eu aguento tudo de agora em diante, mas nao posso suportar seu olhar, sua voz, esse seu cheiro nojento. víbora. descartável.

ruínas III

algum dia terá por que se lamentar.

ruínas II

mentirosa. falsa.
nao te vi de verdade ainda. temo que nunca apareças.
decadente.
nao deves persistir em ficar onde nao é o seu lugar.
nada pode ser pior do que tu.

sábado, 16 de junho de 2007

ruínas I

há uma rotina. em sua pobre vida há uma rotina. ainda assim há riscos e enganos. perdas. tao pequeno este ângulo de visão. quão fútil, alienada e ignorante ainda podes ser? visões. Ó quantas visões ridiculas tens. Quantas vezes não olhaste para os lados. Quanto mais continuará sem enxergar? Quantas mais palavras desejas disperdiçar sem um ideal, um caminho? Quero que vá embora.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

sangue tão vermelinho... parece ter vida... deve, então, espalhar-se, para levar vida para todos os lados...

quarta-feira, 6 de junho de 2007

ÂNGELA - "[...] Os palitos de fósforo fosforejam inquietos dentro da caixinha selada, doidos para o ato sexual que consiste em ser riscado na parte preta da caixa e transformar-se em fogo. Mas o fósforo não sabe que só acende e arde uma só vez."
Clarice Lispector - Um Sopro de Vida
ÂNGELA - "[...]Dizer palavras sem sentido é minha grande liberdade. Pouco me importa ser entendida, quero o impacto das sílabas ofuscantes, uqero o nocivo de uma palavra má. Na palavra está tudo. Quem me dera, porém, que eu não tivesse esse desejo errado de escrever. Sin to que sou impulsionada. Por quem? Eu quero escrever com palavras tão agarradas umas nas outras que não haja intervalos entre elas e entre eu."
Clarice Lispector - Um Sopro de Vida

sábado, 2 de junho de 2007